O principado de Mônaco, ao sul da França, testemunhou o engavetamento mais caro do mundo, envolvendo uma Ferrari, um Porsche, uma Mercedes, um Bentley e um Aston Martin.
O acidente aconteceu quando uma loira dirigindo um Bentley não conseguiu frear seu carro a tempo. Centenas de turistas assistiam à cena, quando o Bentley Azure (de US$ 408 mil), parou em frente à famosa Place du Casino, principal praça de Mônaco.
A primeira vítima foi um Mercedes Classe S branco, no valor de US$ 122,5 mil, que foi tragicamente raspado na lateral. Ainda sem frear, o Bentley seguiu para cima de uma Ferrari F430 de US$ 228,6 mil.
Os dois carros atingidos na sequência foram um Aston Martin Rapide de US$ 228,6 mil e um Porsche no valor de US$ 130,6 mil, que sofreu danos na parte dianteira.
A motorista do Bentley e seus dois passageiros ficaram presos no carro, já que as portas dos dois lados do veículo travaram.
O custo total dos reparos ficou estimado em US$ 65.340. A Ferrarri, o Porshe, o Aston Martin precisarão de novos capôs e pára-choques. O Bentley, além disso, terá gastos extras para consertar os danos sofridos.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Hyundai Veloster chega no mês que vem por R$ 60 mil
Ele já apareceu em propagandas de revistas no Brasil, agora só falta ser lançado. O exótico Hyundai Veloster será lançado por aqui no próximo dia 15 e já aceitam encomendas para o modelo, que teria preços partindo dos R$ 60 mil (!).
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Este valor seria da versão manual, com seis marchas. A versão com câmbio automatizado de dupla embreagem, e também de seis marchas, teria seus preços partindo de R$ 65.000. Se acompanhar o modelo vendido na Europa ele será equipado com freios ABS, controle de estabilidade e rodas de 17 polegadas. Só não pode vir apenas nas cores preto e prata!
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O motor é um 1.6 16v com injeção direta de de gasolina que gera 138 cv a 6.300 rpm e 16,7 mkgf detorque a 4.850 rpm, que não deve fazer feio, afinal o Veloster pesa apenas 950 kg. O diferencial do Veloster está em suas 3 portas: uma do lado do motorista e duas do lado do passageiro.
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Este valor seria da versão manual, com seis marchas. A versão com câmbio automatizado de dupla embreagem, e também de seis marchas, teria seus preços partindo de R$ 65.000. Se acompanhar o modelo vendido na Europa ele será equipado com freios ABS
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
TRANSFORMER.
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aproveitando o post do lexus lfa
aew marco serah q e forte? o ronco?
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O NOVO BATMOVEL.
Inovação do Batmóvel
Por Marina Marques
Você pode até não gostar do Batman, mas uma coisa
que sempre chamou a atenção de todos nos quadrinhos
desse super-herói foi seu meio de transporte.
O Batmóvel já serviu de inspiração para muita gente,
e dessa vez ela passou pelas mãos do designer Gordon Murray.
A DC Comics contratou o ex-projetista da Fórmula 1
A DC Comics contratou o ex-projetista da Fórmula 1
para surpreender novamente. O Batmóvel apresenta
várias características dos carros da competição,
incluindo uma carroceria nada convencional feita de
fibra de carbono, resultando em melhor aerodinâmica,
maior velocidade e um rodar silencioso.
O carro é movido a hidrogênio (armazenado em dois tanques)
e no lugar das rodas ficam apenas discos luminosos e
geradores, que mantém a carroceria “levitando” a
quatro centímetros do chão – padrões não autorizados para
serem rodados pelas ruas, é claro! Além disso, o novo
Batmóvel conta com um sistema de pós-combustão, como nos caças a jato.
O visual dá pistas da experiência do designer com a F1:
O visual dá pistas da experiência do designer com a F1:
asa traseira gigantesca, frente pontiaguda e rodas com
capas de alumínio com o símbolo do homem-morcego.
O Batmóvel de Gordon Murray fará parte do espetáculo
teatral “Batman Live”, que terá início no dia 19 de julho, em Manchester, na Inglaterra.
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O DIA EM QUE PRENDERAM O ...
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MOMENTO GORDIN.
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ESTRÉIA DA FORD NO BRASIL.
Corcel, o primeiro Ford brasileiro
nome de uma raça de cavalo.
Sem mais nenhuma semelhança com o irmão maior
Mustang, o Corcel nasceu como um contraponto
ao grandalhão e luxuosoGalaxie 500, ou seja,
chegou ao mercado nacional para ganhar espaço
entre os modelos mais acessíveis da época.
O novo Ford foi apresentado ao público durante
o VI Salão do Automóvel de São Paulo, em 1968,
com carroceria de quatro portas e motor de
quatro cilindros com válvulas no cabeçote,
1.289 cc de cilindrada e 62 cavalos de potência.
A edição de Autoesporte da época lembrava que
o modelo, anteriormente conhecido como
Projeto “M” da Willys (marca adquirida no Brasil pela Ford),
era “o primeiro veículo a ser projetado e
construído no Brasil, tendo em vista as condições
peculiares de clima, estradas e distâncias”.
Dentro desse espírito, o novato Corcel contava
Dentro desse espírito, o novato Corcel contava
com algumas inovações bem interessantes.
Alimentado pelo carburador Solex 32,
seu sistema de arrefecimento era inédito no País.
“A grande novidade para os brasileiros está na
refrigeração do motor, que emprega o sistema de
radiador selado e termostato, com o que o usuário
não precisa verificar o radiador de água,
pelo menos durante 30 000 km, de acordo com
informações de fábrica. Este sistema já é usado
com grande sucesso em diversos modelos de
carros europeus.” A avaliação de Autoesporte
também destacou as qualidades da tração dianteira,
que era construída segundo os mais adiantados
princípios, que evitavam trepidações e o aumento de
resistência da direção. “A tração dianteira do Corcel é
suave e, ao motorista menos avisado, tal detalhe
passará totalmente despercebido.”
Ponto também para os freios do modelo.
Equipado com sistema a tambor nas quatro rodas,
Equipado com sistema a tambor nas quatro rodas,
o Corcel tinha o freios dianteiros a disco como opcional
para a versão standard e de série para sua versão luxuosa.
A suspensão, independente na dianteira e com eixo
rígido na traseira, era bem suave. “Sente-se ao dirigir
o mesmo que, apesar de se tratar de carro médio,
aparenta ser um veículo de categoria acima, tal o
conforto que oferece. Tudo parecia muito bom, mas
o modelo apresentou problemas no eixo dianteiro –
no alinhamento do sistema de direção – e, assim, ficou
marcado como o primeiro veículo a ser produzido no
o Corcel também se
destacava pelo interior
amplo e de bom gosto,
apesar da simplicidade.
O desempenho não era
nada surpreendente, é verdade,
mas também não chegava a
decepcionar. “OFord Corcel
mostrou um índice bastante
razoável de aceleração,
ficando pouco a dever aos importados
de sua categoria.” Na avaliação de
Autoesporte, tendo como base seu
próprio velocímetro, o modelo alcançou
138 km/h de velocidade máxima e
acelerou de 0 a 100 km/h em 22 segundos.
Por outro lado, a estabilidade do
sedã mereceu elogios de sobra.
Bem recebido pelo público, o modelo foi se firmando como o
Bem recebido pelo público, o modelo foi se firmando como o
Ford mais vendido de sua época. A aceitação do Corcel
cresceu com a chegada da versão cupê em 1969.
A linha foi completada pelo lançamento da perua Belina,
em 1970. Outro salto de qualidade na família se deu em 1971,
ano em que a Ford lançou a versão esportiva GT. Requintado,
o arrojado Corcel tinha a carroceria enfeitada por faixas
laterais de cor preta, além de revestimento de vinil na
capota, rodas com desenho diferenciado, faróis de milha
e outros detalhes pintados de preto, como o capô com
tomada de ar, a grade dianteira e a carcaça dos retrovisores.
Ainda melhor, o Corcel GT XP, lançado para oferecer
um desempenho melhor, trazia motor 1.4, com 85 cavalos de potência.
O novo motor passava a equipar toda a linha a partir de 1973,
O novo motor passava a equipar toda a linha a partir de 1973,
quando a grade teve o desenho modificado. As primeiras
alterações de peso no desenho da linha Corcel foram
feitas em 75, com reestilização da dianteira e da traseira,
além da parte interna. No mesmo ano a Ford lançava
a requintada versão LDO. O primeiro Ford nacional
para as massas durou até o final de 1977,
quando então foi lançado o Corcel II, com desenho muito
mais moderno e atraente. Com uma série de modificações
ao longo de sua produção, o novo modelo resistiu até julho de 1986.

Fonte: Autoesporte
Fonte: Autoesporte
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LEXUS LFA, EM TESTES
Lexus LFA, um carro fora do sério!
Testes
LFA de 560 cv prova que nem só de carros conservadores vive a marca
de construir carros requintados para encarar
Mercedes-Benz e BMW nos Estados Unidos. A base,
em geral, eram os automóveis da própria criadora,
a Toyota. Foi assim, por exemplo, que a divisão de
luxo criou o sedã médio-grande ES, que nada mais
é que um Camry com uma “embalagem” mais sofisticada.
Mas com o fim da produção do Toyota Supra, em 2002,
a matriz japonesa precisava preencher a lacuna deixada
pelo icônico superesportivo. E foi aí que a Lexus ganhou
um novo papel ao desenvolver do zero um novo modelo.
O longo processo gerou o LFA e teve lançamento no
Salão de Tóquio, em outubro de 2009,
depois de diversos conceitos apresentados em outros
motorshows.
A missão do LFA não é das mais fáceis. A atual safra
A missão do LFA não é das mais fáceis. A atual safra
de superesportivos está repleta de representantes
de peso, como Ferrari 458 Italia, Lamborghini Aventador e
McLaren MP4-12C. Por isso, a Lexus não economizou
em tecnologia. Desde o início do projeto, o objetivo da
fabricante era criar um carro o mais leve possível e
com a difusão de diversos novos materiais.
Tanto o chassi como a carroceria são todos feitos
por um composto de plástico reforçado por fibra de carbono.
Assim, de acordo com a marca, o veículo alcança a
maior integridade dinâmica possível com o menor peso.
Ainda segundo a Lexus, o conjunto deixa o carro quatro
vezes mais rígido e 100 kg mais leve que um equivalente
A marca também desenvolveu um motor totalmente
novo para impulsionar o seu primeiro superesportivo.
Os engenheiros da marca, então, construíram um
propulsor com 10 cilindros montados em “V” com 4.8 litros
que gira a até elevados 9 mil rpm. Os números gerados
também são impressionantes. São 560 cv de potência a
8.700 giros e 48,94 kgfm de torque alcançados a 6.800 giros.
Toda a força é destinada para as rodas traseiras através
de uma transmissão automatizada de seis velocidades – que
pode ter as trocas de marchas feitas entre 0,2 e 1,0 segundo,
de acordo com a escolha do condutor. Com isso,
a aceleração de zero a 100 km/h é feita em apenas
3,7 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 325 km/h.
Além da velocidade em linha reta, a Lexus trabalhou
Além da velocidade em linha reta, a Lexus trabalhou
para que o LFA fosse ágil também nas curvas.
Os eixos de alumínio foram montados em cima de
partes do chassi feitas de fibra de carbono,
e o posicionamento do motor e da caixa de marchas
foi pensado para que a distribuição de peso fique
em 48% para a frente e 52% para a traseira.
Além disso, a fabricante nipônica distribuiu o
resto dos componentes de uma maneira que o
carro fique com o centro de gravidade o mais baixo possível.
Por se tratar de um automóvel de grande apelo emocional,
Por se tratar de um automóvel de grande apelo emocional,
a estética não foi deixada de lado.
O desenho pouco se assemelha aos outros
modelos da Lexus, geralmente conhecidos pela
sua sobriedade. A parte externa se destaca
pelo visual anabolizado, com para-choques,
saias laterais e spoilers bastante pronunciados.
Perto de tanta carroceria, os faróis triangulares
ficam escondidos, assim como as lanternas
traseiras, posicionadas sobre grandes saídas de ar.
O interior também é incomum, principalmente
O interior também é incomum, principalmente
graças ao painel de instrumentos digital.
De acordo com a Lexus, um conjunto tradicional,
com a agulha analógica, não conseguiria
representar com exatidão as rápidas mudanças
de giro do potente motor V10. Entre os
equipamentos, o LFA conta com o esperado
para um automóvel da sua categoria, como
controle de estabilidade e tração, ABS, suspensão
ativa e itens de conforto, como GPS e ar-condicionado
de duas zonas.
Para montar tudo isso, a Lexus leva tempo.
Para montar tudo isso, a Lexus leva tempo.
Graças ao complexo processo de fabricação,
apenas 20 LFA são montados por mês, todos feitos
de forma quase artesanal pelos engenheiros da marca.
A produção total é limitada a apenas 500 unidades.
O preço final também reflete essa exclusividade e o
avanço tecnológico. São 375 mil euros – algo em
torno de R$ 850 mil – bem mais do que as marcas
concorrentes cobram pelos seus modelos,
que ficam na faixa de 200 mil euros.
Sensações exclusivas
Por Ivana Censi*
(Forte Dei Marmi/Itália) – O Lexus LFA tem poucos
Sensações exclusivas
Por Ivana Censi*
(Forte Dei Marmi/Itália) – O Lexus LFA tem poucos
similares no mundo, graças a suas linhas agressivas,
a sua estrutura técnica impressionante e –
por último mas não menos importante –
a seu preço impróprio para muita gente: 375 mil euros
– mais de R$ 850 mil.
Contudo, o que realmente distingue o Lexus LFA
Contudo, o que realmente distingue o Lexus LFA
de todas as outras máquinas é o rugido do
motor de 10 cilindros em V com 4.8 litros,
que desenvolve impressionantes 560 cv de
potência e atinge a velocidade máxima de 325 km/h.
O poderoso propulsor é responsável por
levar o esportivo da inércia aos 100 km/h em
apenas 3,7 segundos. Ou seja, todos os
números que caracterizam o LFA são impressionantes.
As linhas inspiradas e o barulho incomparável
As linhas inspiradas e o barulho incomparável
do V10 fazem do contato com o modelo uma
experiência emocionante desde o momento
em que o motor é acionado. Uma vez dentro
do cockpit, os assentos de couro vermelho,
os cintos super-reforçados e o painel de
instrumentos fazem o condutor se sentir dentro
de um avião de caça – e por isso o auxílio
preciso do computador de bordo é valioso.
O modelo não foi utilizado na pista – não foi possível,
O modelo não foi utilizado na pista – não foi possível,
portanto, julgar os aspectos mais extremos do carro –
, mas a distância percorrida foi suficiente para deixar
boas impressões sobre o esportivo japonês.
A aceleração é realmente poderosa e faz o
condutor “colar” ao encosto. O rugido do motor pode
ser ouvido a algumas centenas de metros de
distância e todos que avistam o LFA ficam espantados.
A transmissão automatizada de 6 velocidades
A transmissão automatizada de 6 velocidades
também pode funcionar no modo sequencial,
mas para entender exatamente todos os comandos
e dominar a fera, leva um pouco de tempo.
Os freios a disco ventilado de carbono-cerâmica
proporcionam uma frenagem forte e dão confiança
de piloto ao condutor.
Em seu conjunto, o LFA se torna um carro dos
Em seu conjunto, o LFA se torna um carro dos
sonhos que, depois de tantos anos de planejamento
e três versões conceituais, parece ter finalmente
encontrado o rumo certo, e que o posiciona bem
próximo da perfeição na área automotiva.
Não por acaso, os pedidos iniciais do LFA ao
redor do mundo atingiram as mil unidades
– o dobro da produção esperada. É sinal de que
os aficionados por máquinas superesportivas já
perceberam a qualidade do bólido “made in Japan”
– o que, depois da tragédia de março no país,
vem carregado de grande otimismo.
Agora, a missão mais difícil do LFA é derrubar Ferrari,
Lamborghini e Porsche e alcançar o topo do segmento.
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NOVO NISSAN MARCH.
Nissan March "brasileiro" começa a ser fabricado.
Produção do March “brasileiro” começa, Nissan diz que compacto importado do México custará menos de R$ 30 mil.
![]() |
| Nissan March |
Nissan March chega às lojas brasileiras da Nissan em outubro;
modelo terá versão de entrada abaixo dos R$ 30 mil
a produção do compacto March com as especificações
para o mercado brasileiro. O primeiro popular de uma
marca japonesa no Brasil será lançado em outubro,
com opção de motores 1.0 e 1.6 litro – ambos Flex.
E segundo a Nissan, o Marchserá popular,
com preço inicial inferior a R$ 30 mil.
O modelo vai brigar com Volkswagen Gol e
O modelo vai brigar com Volkswagen Gol e
Fiat Novo Uno e já pode ser testado no
“Nissan Inova Show”, evento que percorrerá
30 cidades do País durante um ano. Ainda de
acordo com a Nissan, o March é feito sobre
uma nova plataforma que melhora a aerodinâmica
e reduz o ruído a bordo.
Clique aqui e confira o teste completo da AE fez com
o Nissan March.
Hatch terá direção com assistência elétrica e lista de série atraente desde a versão básica, diz a Nissan

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ACIDENTES ACONTECEM, MAS TINHA QUE SER COM O CAMARO ?
Camaro de 2.700 cv bate antes da estreia
A estreia que ninguém esperava – assim pode se definir a
primeira acelerada deste Chevrolet Camaro tipo
dragster no Brasil. O bólido de arrancada foi importado
dos Estados Unidos e foi à pista pela primeira vez no
último domingo (17), no Autódromo Velopark,
em Nova Santa Rita (RS), durante etapa do
Campeonato Gaúcho de Arrancada. Porém,
um acidente logo no aquecimento dos pneus impediu
que o carro acelerasse uma só vez nos 402
metros da pista, segundo informações do site Dragster Brasil.
Desenvolvido pelo norte-americano Kart Damron,
Desenvolvido pelo norte-americano Kart Damron,
o carro foi pilotado pelo próprio criador da obra,
que não se acostumou com a pista brasileira.
Ele perdeu a direção logo no primeiro aquecimento
de pneus, a frente do carro foi de encontro ao muro
e ficou bastante danificada. Até mesmo a porta
ao lado do motorista se abriu após o impacto.
”O piloto saiu do trilho de borracha, onde os carros arrancam.
”O piloto saiu do trilho de borracha, onde os carros arrancam.
Aí fica difícil de segurar. Com poucos carros de grande
porte durante esta etapa, o trilho contribuiu para
este acidente”, explica o editor do site Dragster Brasil,
Fabio Felix Pascoal. O bólido feito para as pistas
ostenta sob o capô um motor V8 Big Block capaz
de render até 2.700 cv de potência
(ou 36 vezes a potência de um Fiat Uno 1.0).
Nos Estados Unidos, o carro já cruzou os 402 m
Nos Estados Unidos, o carro já cruzou os 402 m
em apenas 6 segundos, a uma velocidade de 350 km/h.
Agora é esperar a reforma para saber do que o
cupê será capaz em solo brasileiro. Confira as imagens
de Luiz Carniel e Ricardo Lobato, que flagraram toda
a seqüência do acidente.





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TODO CUIDADO COM SEU POSSANTE É POUCO.
Sinais de manutenção no carro
Entenda a interpretar os sinais que o veículo dá ao dono
anunciando que está com problemas
Todo carro se comunica com o motorista. Ou pelo menos tenta.
Especialmente quando as coisas não andam bem.
Ele avisa quando o amortecedor está gasto ou quando o
pneu precisa de calibragem.
Você só precisa saber ouvi-lo.
Para ajudar nessa relação desgastada entre automóvel e proprietário,
em vez de psicólogos ou terapeutas, fomos buscar os conselhos
de César Urnhani,
piloto de testes da Pirelli, e Gerson Burin, técnico em segurança viária
do Cesvi Brasil,
que ensinam dicas preciosas para reconhecer quais são as principais
mensagens
que o homem indica à máquina o que ele quer
através do volante, a máquina, por mais submissa
que seja, sinaliza suas carências. O recado mais
fácil de entender é quando o volante está torto.
Seu carro está dizendo a você que é preciso
refazer o alinhamento da direção. Nesse caso,
em geral o volante apresenta vibração, às vezes
até em baixa velocidade. Na estrada, o veículo
fica instável e a direção quer se mexer sozinha.
Isso mostra que, além do alinhamento, também
é necessário balancear as rodas. Para fugir dessa,
a dica é evitar ao máximo impactos em buracos e
lombadas irregulares e não descuidar da revisão
periódica, fazendo o serviço de alinhamento de
direção e de balanceamento dos pneus pelo
menos a cada 10 000 km ou quando receber os
sinais acima.
Cambagem
Outro recado que o volante pode mandar ao motorista é com relação à
Cambagem
Outro recado que o volante pode mandar ao motorista é com relação à
cambagem. Para quem não sabe exatamente o que é, a cambagem se
refere ao grau de inclinação das rodas, tanto quando vistas de frente
como quando vistas de cima. E para cada modelo há uma medida exata.
Assim como ocorre com o alinhamento e o balanceamento, dá para
perceber que a cambagem está incorreta por meio de uma vibração no
volante e da falta de estabilidade do veículo. Mas a melhor maneira para
se certificar de que o problema está mesmo aí é observar se também
ocorre o desgaste irregular na banda de rodagem. Se houver,
com o dono por meio de sons.
Um exemplo é quando os
amortecedores estão com sua
vida útil comprometida.
Ao passar por um piso irregular
ou uma lombada, ouvimos o som
de algo batendo na suspensão.
Achou que é normal? Então você
passa por outra lombada e escuta
de novo a batida seca. Há uma
grande chance de ser amortecedor
cansado. Mas ele também manda
outro aviso sonoro nessa situação:
os pneus cantam mesmo em
velocidades mais baixas. Como a
maioria dos problemas que
envolvem
a suspensão, os primeiros efeitos
colaterais são a perda de estabilidade e o desgaste prematuro dos pneus.
Não é possível estipular um prazo exato para a troca dos amortecedores,
pois varia conforme o modelo, o terreno percorrido, o nível de carga e o
modo de dirigir. Na dúvida, vá a uma oficina especializada em suspensão e
faça uma checagem rápida.
Calibragem Seu automóvel teima em ir para um lado e você precisa
Calibragem Seu automóvel teima em ir para um lado e você precisa
estar corrigindo sempre a trajetória? Sente que a estabilidade piorou
quando está acima de 60 km/h? Então pare no primeiro posto de
combustível e calibre os pneus, pois o problema está neles. Caso
os pneus estejam mais vazios do que deveriam, eles vão cantar mais
nas curvas e, como consequência, causará o aumento do consumo
de combustível. Porém, se a calibragem estiver acima do ideal, haverá
um desgaste irregular nos pneus, especialmente no centro da banda
de rodagem. Para não cair nessa roubada, é só criar uma rotina:
faça calibragem dos pneus a cada uma ou duas vezes que for
aos amortecedores e têm
uma responsabilidade adicional:
suportar o peso da carroceria.
Portanto, no caso de desgaste
excessivo, o risco de acidente e
danos à suspensão é ainda
maior. As mensagens que elas
mandam começam com um carro
instável, que, ao passar por
obstáculos e pisos mais irregulares,
balança de forma intensa, vibrando
demais, como se fosse numa picape
antiga, que pula sem parar.
Além disso, a cambagem começa a
se deteriorar com mais rapidez,
iniciando um efeito dominó em
outros itens da suspensão.
Como os amortecedores, não há
quilometragem ideal para
substituí-las.
Só mesmo o mecânico pode dizer se chegou a hora da troca.
Combustível adulterado

De repente você ouve que o motor está "grilando". Pois bem, se ao dar a partida ou na arrancada se ouve esse ruído agudo metálico, pode pensar em combustível adulterado. Esse som é característico do momento em que é injetado combustível nas câmaras de combustão. Com a gasolina ou o álcool de má qualidade, ele força essa injeção, emitindo um ruído mais agudo. Junto desse sintoma, o veículo começa a apresentar outros sinais característicos, como falhas no funcionamento do motor, marcha lenta irregular e perda de potência. Aqui vale a velha e boa dica: abastecer sempre em um posto de confiança, conhecido,
Combustível adulterado
De repente você ouve que o motor está "grilando". Pois bem, se ao dar a partida ou na arrancada se ouve esse ruído agudo metálico, pode pensar em combustível adulterado. Esse som é característico do momento em que é injetado combustível nas câmaras de combustão. Com a gasolina ou o álcool de má qualidade, ele força essa injeção, emitindo um ruído mais agudo. Junto desse sintoma, o veículo começa a apresentar outros sinais característicos, como falhas no funcionamento do motor, marcha lenta irregular e perda de potência. Aqui vale a velha e boa dica: abastecer sempre em um posto de confiança, conhecido,
danificadas, seu carro manda
avisos bem claros.
O motor começa a engasgar,
perde potência ao acelerar e
até apaga repentinamente.
Com o funcionamento irregular,
o motor acaba trabalhando em
temperaturas maiores e consumindo
mais combustível. Assim que perceber
algo fora do normal com o motor,
vá logo ao seu mecânico de confiança.
A troca das velas é um serviço barato.
O preço, incluindo a mão de obra,
sai por menos de 80 reais, para hatch
popular.
O ideal é não ter de sentir esses sintomas
para fazer o serviço.
Em geral recomenda-se que se troquem as
velas a cada 20 000 km, mas na dúvida
siga sempre a recomendação do manual
do proprietário.
Fonte: 4 Rodas
Fonte: 4 Rodas
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MATANDO SAUDADES.
Chevette, o sedã popular
Chevrolet Chevette: o sedã popular
Modelo lançado em 1973 chegou para conter o sucesso do rival da Volkswagen
tantos outros modelos compactos.
Nascido em 24 de abril de 1973 com tração traseira,
amplo espaço interno e desenho atraente,
o Chevrolet Chevettenão chegou a ameaçar
o reinado do Fusca. Mas deixou seu nome gravado
na história da indústria automobilística nacional e
na memória de muitos consumidores.
Moderno para a época, o modelo causou
impressão muito boa, de acordo com a matéria de
Autoesporte publicada à época de seu
lançamento.
“O entrosamento ‘homem-máquina’ é imediato
“O entrosamento ‘homem-máquina’ é imediato
no Chevette. Demos a partida e saímos
rodando com ele como se já fôssemos
velhos conhecidos. Depois de alguns minutos,
a impressão é de que sempre guiamos este automóvel,
tal a sua obediência às manobras feitas ao volante.”
Outro ponto também elogiado pela avaliação
realizada na época foi a manobrabilidade do
Chevrolet, qualidade que foi um de seus
pontos fortes ao longo de toda a sua produção.
“A ‘servilidade’ aos desejos no motorista,
a estabilidade, a boa resposta à aceleração
e a excelente estabilidade tornam esse
automóvel de fato delicioso de dirigir.”
Nos detalhes, o modelo agradou de uma
Nos detalhes, o modelo agradou de uma
forma geral. Os bancos dianteiros, por exemplo,
traziam um sistema de ajuste longitudinal
sem trilhos, que garantia maior segurança
a motorista e passageiro.
Os pedais suspensos, apesar de pequenos,
ofereciam posição e altura favoráveis ao
acionamento correto mesmo para quem
guiava o sedã pela primeira vez.
A matéria destacava ainda o alto grau de
A matéria destacava ainda o alto grau de
segurança do modelo, compatível às normas
da Europa e dos Estados Unidos.
Itens como sistema de freios com
duplo circuito (com discos opcionais
para as rodas dianteiras), tanque de
combustível entre o encosto do banco
traseiro e o porta-malas, direção não
penetrante, luzes de alerta, maçanetas
externas embutidas, dupla trava de
segurança no capô e botões do painel
achatados e feitos de material “não contundente”
o tornavam realmente seguro.
Por baixo do capô, o moderno motor 1.4 com
comando de válvulas no cabeçote era
garantia de bom desempenho e baixo
consumo de combustível. Com ele,
o bom e velho Chevette oferecia
60 cavalos de potência (líquida) a 5.400 rpm e
9,2 mkgf de torque (líquido) a 3.600 rpm.
Outra vantagem era o bom espaço do cofre,
que facilitava o acesso a qualquer peça do
motor que precisasse ser trocada.
Com tantas virtudes, o Chevrolet,
Com tantas virtudes, o Chevrolet,
construído na então nova fábrica da GM,
em São José dos Campos (SP), caiu no
gosto do consumidor e já em março de 1
974 chegou a 50 mil unidades produzidas,
número que saltou para 100 mil em
novembro do mesmo ano. No ano seguinte,
em abril, a montadora lançou o
Chevette Especial e, em novembro,
a versão SL (Super Luxo) chega como grande
destaque da linhaChevrolet 1976.
Com as novidades introduzidas no modelo,
as vendas continuaram num ritmo crescente,
tanto que a produção bateu nas 200 mil
unidades em maio de 1976. Seis meses depois,
na décima edição do Salão do Automóvel,
a versão esportiva GP-II é apresentada ao público.
A nova opção do Chevette foi lançada
oficialmente no dia 23 de janeiro de 1977,
durante o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1,
em Interlagos. Com novos comando de válvulas,
distribuidor e carburador, o modelo havia ficado
20% mais econômico.
O mês de agosto trouxe um Chevette com a
O mês de agosto trouxe um Chevette com a
frente diferente, redesenhada para atualizar
o modelo oferecido na linha 1978. Já a linha
1979 trouxe como novidade a opção de
carroceria com quatro portas –
demorou um pouco a chegar,
mas vale lembrar que nessa época os
brasileiros preferiam os modelos de duas portas.
Pensando no aumento da família, a GM
apresentou à imprensa, em novembro de
1979, a linha Chevrolet1980,
que incluía o Chevette Hatch.
O modelo, que continuava bem
no ranking de vendas, emplacou 500 mil
unidades em fevereiro de 80. Cinco meses
depois chega mais um reforço: o motor
movido a álcool.
Setembro de 80 marcou a apresentação
Setembro de 80 marcou a apresentação
da linha 1981, que contava com a nova
perua Chevette Marajó e a versão
Hatch SR 1.6 L. Já em 81, no mês de
março, o Chevette Hatch recebeu o título
de Carro do Ano, concedido por Autoesporte.
Daí em diante o modelo continuou marcante.
Daí em diante o modelo continuou marcante.
Ganhou a versão picape Chevy 500
em outubro de 1983, foi o líder de vendas no
País no mesmo ano (85.894 unidades),
atingiu a produção de um milhão de unidades
em março de 1987, foi oferecido na
versão Júnior 1.0 em 1992 e teve como
sobrevida a opção L 1.6, lançada em abril
de 1993. Em 12 de novembro do mesmo ano,
o modelo sai de cena com a respeitável
marca de 1,6 milhão de unidades produzidas.
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