domingo, 14 de agosto de 2011

Ford Ka 2012 Sport

Ford Ka 2012 SportAlém das mudanças na versão comum, o Ka 2012 também ganha a versão Ford Ka 2012 Sport, retratada na foto acima. Com pintura imitando o Mustang Boss, o modelo traz repetidor de seta nos retrovisores, aerofólio e rodas aro 15. Nos resta esperar por mais novidades do Ford Ka Sporting 2012.
Ford Ka Sport 2012 – Chega para encarar o Uno Sporting



Descrição

Novo Ford Ka Sport 2012 – Chega para encarar o Novo Uno Sporting. Confira as fotos do Ford Ka Sport 2012 com motor 1.6 Flex. O novo modelo da Ford, o Ka Sport 2012, possui design e um visual diferenciado com equipamentos de efeito aerodinâmico. Com exclusivas faixas esportivas no: capô, no teto, tampa do porta-malas e nas laterais com logo Sport estampado nas portas.

Novo Design Ford Ka Sport 2012

Para deixar o visual esportivo o novo Ka Sport traz: aerofólio traseiro, spoiler dianteiro e traseiro e saias laterais, tudo na cor do veículo, faróis de milha, faróis com máscara negra, lanternas traseiras transparentesalém das rodas esportivas aro 15 na cor cinza London Gray, calçadas com pneus 195/55 R15. Para puxar todos esses acessórios, o Ka Sport 2012 conta com novo motor 1.6 Flex.

O Ford Ka Sport 2012 teve modificações no interior, que ganhou em modernidade. O painel ficou mais atraente, mostradores possuem novo grafismo e iluminação de excelente visibilidade. Já as saídas de ar, a manopla de câmbio e as maçanetas têm acabamento prateado, oferecendo um contraste de esportividade ao conjunto.

Vídeo do Ford Ka Sport 2012

Preço do Ford Ka Sport 2012

O Ford Ka Sport 2012 chega ao mercado com preço sugerido de R$ 36 mil, já que o objetivo é concorrer com o Novo Uno Sporting que tem preço sugerido de R$ 34 mil.

Veja mais sobre Ford Ka Sport 2012 no site: carrovip.com

Fotos do Ford Ka Sport 2012

Ainda competitivo, Piquet orienta




e não




dá mole para os filhos pilotos




Geraldo, primogênito do tricampeão de F-1 e na ativa na Truck, conta que pai não gosta de perder nem no autorama. Caçula Pedro é maior esperança

Por SporTV.comSão Paulo


Nelson Piquet e seus filhos no Linha de Chegada (Foto: SporTV)Nelson Piquet e seus filhos durante a
gravação do Linha de Chegada (Foto: SporTV)

Não basta ser pai, tem que participar. Este é o lema do ex-piloto Nelson Piquet, convidado do “Linha de Chegada” desta semana. Pai de sete filhos, sendo que deles três são pilotos, o tricampeão mundial da F-1 mostrou que continua competitivo, até mesmo com Pedro, seu filho mais novo, a esperança da família. A entrevista foi feita em Brasília, na garagem de carros antigos do patriarca, que cuida das preciosidades como hobby (veja o vídeo abaixo com o programa).

- No ano passado ele foi campeão no Centro-Oeste (de kart). Eu assisti à primeira corrida, e ele estava correndo igual a uma moça. Eu o chamei, e falei que se continuasse a correr daquele jeito teria de mudar de profissão. Ou você vai para rachar ou para com tudo - contou Piquet, em estilo parecido ao da época em que estava na ativa.

O resultado da conversa entre pai e filho surtiu efeito, na bateria seguinte Pedro mudou sua postura e conseguiu um segundo lugar após largar na última colocação.

Nelsinho, atualmente na Nascar, mas com passagem pela Fórmula 1, lembra que também já levou algumas broncas de seu pai. O que só fez com que o seu amor pelo automobilismo crescesse.

- Lembro que no início de minha carreira, levei algumas broncas quando cometia alguns erros. Nunca tivemos nada muito fácil. Sempre, no lado automobilístico, tive que gostar para continuar a pilotar - relembrou ele, que teve o pai ao lado no escândalo em que se envolveu, na corrida de Cingapura, em 2008, episódio que o afastou da categoria.

- Encaramos o caso juntos e conseguimos limpar o nome dele (Nelsinho). Ficou provado no tribunal quem eram os verdadeiros culpados, eles tinham de pagar (o ex-chefe da Renault, Flavio Briatore, foi banido do esporte). Isso foi até pouco divulgado - reclamou Piquet pai, em referência à coação sofrida pelo filho para bater na prova e ajudar o então companheiro Fernando Alonso.

Geraldo Piquet, filho mais velho de Nelson e piloto da Fórmula Truck, destaca que, até mesmo em uma disputa de autorama entre eles, seu pai é competitivo e não gosta de perder.

- Em tudo ele é muito competitivo. Até no autorama ele utiliza as manhas deles. Sempre foi muito competitivo - destacou Geraldo.

No entanto, elogiou a postura do pai e ressaltou que toda a cobrança recebida fez com que aprendesse a ter valores.

- É um pai duro quando precisa ser. É justo e nos ensina a ter valores. Não é porque temos o sobrenome que temos que tudo será fácil. Temos que lutar pelas coisas e correr atrás para saber caminhar - complementou.

Fonte http://sportv.globo.com/site/programas/linha-de-chegada/noticia/2011/08/longe-das-pistas-nelson-piquet-mostra-que-continua-competitivo.html


Primeiras impressões:





Fiat Freemont




Modelo surpreende positivamente pelo equilibrado conjunto mecânico.
Apesar do bom nível de equipamentos, preço não o diferencia dos rivais.

Marcelo MonegatoDo G1, no Guarujá (SP)

fiat freemont (Foto: Divulgação)Fiat Freemont parte de R$ 81,9 mil
(Foto: Divulgação)

Com 53,5% das ações da Chrysler nas mãos, a Fiat trabalhou rápido. ‘Roubou’ o Journey da Dodge (marca pertencente à Chrysler), aplicou algumas melhorias no crossover norte-americano e sem o menor sentimento de culpa ou preocupação com processos de plágio apresentou o novo Freemont, seu primeiro utilitário esportivo.

Fabricado em Toluca, no México, o modelo é exportado para a Europa e também para o Brasil, onde tem preço a partir de R$ 81,9 mil na versão Emotion (cinco lugares) e R$ 86 mil na Precision (sete lugares), topo de linha – ambas equipadas com motor 2.4 16V gasolina de 172 cavalos de potência e 22,4 mkgf de torque, e transmissão automática seqüencial de quatro marchas.

O G1 avaliou a nova aposta da marca italiana em um test-drive de aproximadamente 80 km em trechos urbanos e rodoviários na região do Guarujá, litoral de São Paulo. A configuração escolhida foi a Precision, que, de acordo com os executivos da Fiat, deverá representar 75% das vendas do modelo, projetadas para ‘transitar’ entre 1.000 e 1.500 unidades por mês.

fiat freemont (Foto: Divulgação)

Design
Por fora, o Freemont não impressiona. Ele é igual ao Journey, apresentado por aqui em agosto de 2008. O modelo ganhou apenas alguns retoques, como nova grade frontal com símbolo da Fiat e lanternas traseiras com iluminação em LEDs. O resto é idêntico ao Dodge, inclusive os vincos marcantes, os ângulos agudos (nada de ser ‘quadrado arredondado’, como dita a moda automobilística) e a linha de cintura elevada. Assim como o Journey, o Freemont tem personalidade.

fiat freemont (Foto: Divulgação)Em comparação ao Dodge Journey, Freemont tem poucas modificações estéticas (Foto: Divulgação)

Acelerando
Na teoria, o SUV italiano baseado no crossover americano não empolga. Enquanto o Freemont traz motor de quatro cilindros 2.4 16V derivado do Chrysler PT Cruiser e caixa automática de quatro velocidades, o Journey trazia motor 2.7 V6 de 185 cv e transmissão de seis marchas. No entanto, quando se aperta o botão ‘start/stop’ (nada de chave no contato) e se pisa no acelerador, o Fiat agrada.

A primeira boa impressão fica por conta do silêncio na cabine. O isolamento acustico foi muito bem feito. Trafegando a 120 km/h, o velocímetro marca somente 2.500 rpm e é possível conversar com os demais ocupantes sem ter que levantar a voz.

Os 22,4 mkgf de torque disponíveis a 4.500 rpm são suficientes para ‘empurrar’ os cerca de 1.800 kg distribuídos pelos 4,88 metros de comprimento (2,89 m de distância entre os eixos). Também herdada da Chrysler, o câmbio de quatro marchas tem bons engates e consegue atender às exigências do motor. Um maior número de marchas, no entanto, poderia tornar o Freemont mais interessante ao volante.

fiat freemont (Foto: Divulgação)Versão topo de linha Precision tem rodas de liga leve de 17 polegadas (Foto: Divulgação)

A nova calibragem dos amortecedores e das molas privilegiou o conforto. E apesar de macia, a suspensão não permite a incômoda inclinação exagerada da cabine em curvas acentuadas ou frenagens bruscas. Para ajudar na manobrabilidade e, especialmente, na segurança, o modelo tem inúmeros sistemas eletrônicos, como freios com ABS (antitravamento), controle de estabilidade, controle de tração, distribuição eletrônica de frenagem, auxílio eletrônico em frenagem de emergência, entre outros. A configuração Precision ainda conta com seis airbags de série – na Emotion são apenas os frontais.

Melhor que o Journey
O Freemont é superior que 'irmão' mais velho em questão de acabamento. As peças plásticas, cromadas e emborrachadas estão bem encaixadas e não apresentam rebarbas. Os bancos revestidos em couro (opcionais apenas para a versão topo de linha, assim como o teto solar) agregam requinte ao interior.

fiat freemont (Foto: Divulgação)Interior do Freemont tem acabamento de boa qualidade (Foto: Divulgação)














O painel de instrumentos, totalmente redesenhado pela Fiat, tem boa visualização e iluminação moderna. Na versão avaliada, a tela sensível ao toque do sistema multimídia tinha 8,4 polegadas. Porém, a versão que será comercializada inicialmente aqui será de 4,3 polegadas apenas, já que o fornecedor japonês da Fiat ainda sofre com o terremoto e o tsunami que atingiu o país asiático no início do ano. A tela maior deve chegar em 2012.

fiat freemont (Foto: Divulgação)Painel de instrumentos foi redesenhado e tem
melhor visibilidade que o do Dodge Journey
(Foto: Divulgação)

Espaço também é o forte do Freemont. Todos os ocupantes viajam sem problemas nas duas primeiras fileiras de bancos. Na terceira – disponível também apenas na opção Precision –, as pessoas de estatura mediana (até 1,75 m) também não encontram problemas com a cabeça ou com as pernas. As portas traseiras com abertura de 90° facilitam o acesso. Com os sete lugares ‘armados’, a capacidade de carga é reduzida para 145 litros.

O motorista também é bem tratado. Com ajustes elétricos do banco, é possível encontrar a melhor posição ao volante sem dificuldades (destaque para a excelente visibilidade). A tarefa é facilitada com as regulagens de altura e profundidade da coluna de direção.

fiat freemont (Foto: Divulgação)Linha de cintura elevada e vincos marcantes foram herdados do Journey (Foto: Divulgação)

Crossover ou SUV ?
Durante a apresentação do Freemont, a Fiat o classificou como um utilitário esportivo. No entanto, há três anos, quando apresentou o Journey aos brasileiros, a Dodge o chamou de crossover. Segundo Lélio Ramos, diretor comercial da Fiat Automóveis, a decisão por chamar o Freemont de SUV partiu das clínicas realizadas pela marca, nas quais as pessoas entrevistadas se referiam ao modelo como utilitário esportivo. Por isso, nas propagandas que a montadora italiana irá veicular em breve, o Freemont será chamado de ‘utilitário esportivo’. É preciso apenas tomar cuidado para que os modelos não tenham uma crise de identidade.

Fonte : http://g1.globo.com/carros/noticia/2011/08/primeiras-impressoes-fiat-freemont.html